Koko Be Good – não é fácil ser boazinha

“As páginas têm cor de outono”. Essa foi a primeira coisa que pensei ao abrir “Koko Be Good”. Pra começar, eu aviso: caso espere uma crítica neutra, isenta de sentimentos, procure no Google pelo título e, provavelmente, você vai encontrar. O que farei daqui para baixo será contar nada mais que minhas sensações ao ler esse quadrinho. E deixo claro que meu objetivo não é escancarar toda a história. É, na verdade, te mostrar que essa leitura vale a pena. Continuar lendo